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segunda-feira, 10 de março de 2014

Tia Nina: Lembranças de uma comemoração de infância! (parte 2)

Imagem de Margarida Meyer (Nina), ao lado do seu comércio, ladeado por crianças (Foto: acervo de José Luimar Meyer)

Nota do Blog: Após a publicação em 07/03/2014, do texto Lembranças de uma comemoração de infância!, nossa amiga Reinate Zipperer, no dia 08/03/2014, nos complementou com um emocionado depoimento a respeito de sua tia Margarida Meyer (Nina), então comerciante à Rua Jorge Zipperer, que foi casada com Ervino Meyer, cujo falecimento se deu aos 49 anos, em 01/03/1961, sem filhos, e ela veio a falecer com 52 anos, em 03/12/1969, que com respeito devido vamos publicar no seu inteiro teor:

Bom dia Osmair! Acabei de entrar no Blog (Rio Negrinho do Passado) e vou te dar alguns detalhes que com certeza não sabes. A tia Nina e o tio Ervino Meyer, criaram a Ivone. A Nina era irmã da minha mãe e da tia Lídia que era a mãe da Ivone. Portanto, a comemoração se deu na casa deles na rua Jorge Zipperer onde tinham um comércio de armarinhos (se dizia na época), era do lado da Farmácia Virmond (hoje nova Loja Miner), ainda existe. A Nina foi uma pessoa muito importante na vida de muita gente, ficou viúva muito cedo, e tocou sozinha o comércio. Se dedicava inteiramente não só a Ivone e sim a todas as sobrinhas e filhas de suas inúmeras amigas. Era uma verdadeira mãe de todos, isso sem contar a amizade que cultivava por idosos (eu considerava), figuras inesquecíveis da época: Frau Popenberg,  Frau Boelitz que vendia pirulitos, com seu marido e dona Marta Mlinarski (todos com certeza escrevi errado, mas era assim que nós os chamávamos). Acolhia a todos e ninguém saia de lá sem tomar café ou jantar. Eu me emociono cada vez que falo dela, eu a amava muito, muito mesmo. Íamos nas corridas de cavalo, em viagens de jogos de bolão, festas, tudo com ela. Essa era a simplesmente NINA como todos a chamavam. Desculpe, fugi do meu objetivo. ...........................
Só mais duas coisinhas. A Ivone, hoje mora um pouco aqui no Balneário de Camboriú e um pouco em Curitiba (bem recente). Viveu muitos anos com o marido Milton Lampe (irmão do Bráulio e do Alcides aí da Fundição Lampe) e filhos em Apucarana............... Agora cheguei ao final, vou falar da Sirse. Era filha do Eugênio Ferreira (de Lima), morava na esquina no outro lado da rua da Igreja, também na rua Jorge Zipperer. Lembro que fiz minha carteira profissional com o pai dela. .......................... Obrigada pela atenção, um abraço! 

Um comentário:

  1. OLÁ RENATE, TUDO BEM ? TODO SEU RELATO É VERDADEIRO FOI BEM ASSIM COM DA. MARGARIDA(NINA) POIS ERAMOS VIZINHOS(meus pais LOTHARIO KLAUMANN-DENTISTA).ELA FOI UMA FIGURA INESQUECIVEL, SEMPRE QUE VOU AO CEMITERIO MUNICIPAL MR DIRIJO AO TUMULO DELA E DELE.UM ABRAÇO CORDIAL À VCE. E FAMILIA.

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