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sábado, 2 de maio de 2015

O “BATISMO” DA RUA JORGE ZIPPERER!

Nota do Blog: Nossa cidade de Rio Negrinho homenageia Jorge Zipperer, que por quase 30 anos prestou grandiosos serviços em nossa cidade, com a denominação da mais importante rua no centro de nossa cidade. O presente texto foi redigido com base no texto da coluna Túnel do Tempo, do Jornal Perfil de nossa cidade. As fotos são extraídas do acervo do Arquivo Histórico de Rio Negrinho a quem agradecemos.

Fotografia da pintura de Jorge Zipperer, realizada pelo pintor Victor Kursancew (Foto: acervo de Foto Weick)

Rio Negrinho – Ano de 1944. Autoridades do então Município de Serra Alta e a população do Distrito da Vila de Rio Negrinho, reúnem-se em frente a então Cooperativa da Móveis Cimo (atual prédio da Relojoaria Visual), para a cerimônia oficial de nomeação da “Rua Jorge Zipperer”, antiga “Rua da Estação”. A via urbana central mais movimentada da cidade sempre se manteve nesse ritmo.


Imagem da inauguração da placa de denominação da Rua Jorge Zipperer, realizado em 1944 (Foto: acervo do Arquivo Histórico de Rio Negrinho)

O título foi uma homenagem ao empresário, falecido em 31 de janeiro de 1944, precursor da extinta Móveis Cimo. Iniciada como uma pequena serraria, na localidade do Rio do Salto, a indústria foi trazida ao centro de Rio Negrinho (atual centro cívico da cidade) em 1918. E o município cresceu em torno dela. Depois que Jorge faleceu, seu irmão, Martin Zipperer, passou a comandar o empreendimento, que vigorou até meados da década de 70.

Imagem do Decreto-Lei nº 64/1944, da denominação da Rua Jorge Zipperer (Foto: acervo do Arquivo Histórico de Rio Negrinho)

O Decreto-Lei nº 64, de 03 de abril de 1944, que denominou a rua Jorge Zipperer foi assinado por Joaquim de Salles, então prefeito municipal de São Bento do Sul, então denominada de Serra Alta.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

PERSONAGENS DE NOSSA HISTÓRIA: LUIZ BERNARDO OLSEN !

Nota do Blog: Nossa cidade de Rio Negrinho homenageia Luiz Bernardo Olsen, que durante mais 50 anos prestou serviços em nossa cidade, com a denominação de uma importante rua no bairro Cruzeiro e com a denominação da Escola de Educação Básica no Distrito de Volta Grande. O presente texto foi redigido com base no texto cedido pelo Arquivo Histórico de Rio Negrinho e no livro “HISTÓRIA DE RIO NEGRINHO” de autoria do Prof. José Kormann, aos quais agradecemos pela gentileza.

Luiz Bernardo Olsen, comerciante, industrial, madeira, um dos maiores empreendedores da história de Rio Negrinho (Foto: acervo de José Luimar Meyer)
  Filho de Bernardo Olsen e Maria Olsen, Luiz Bernardo Olsen (Luizinho), nasceu em 15 de setembro de 1895 no município de São Bento do Sul. Em 15 de novembro de 1919, contraiu núpcias com Otília Virmond, nascida em 28 de fevereiro de 1896, em São Bento, filha de Nestor Virmond e Lina Richter Virmond. Teve três filhos: Lourdes que foi casada com Alberto José Trouche, Bernardo Olsen Neto (Bernardinho) e um filho que nasceu morto.
Luiz Bernardo Olsen, conhecido como Luizinho (segundo a esq.) com seus irmãos na volta de uma caçada (Foto: acervo do Arquivo Histórico de Rio Negrinho)
Quando seu pai Bernardo Olsen mudou-se da localidade de Lençol (São Bento do Sul) por volta de 1920, para a localidade de Marcilio Dias (Canoinhas), acompanhado de sua esposa Maria e seus filhos Francisco Waldemiro, Wiegando, Elfriede, Luiza, Emílio Líbero e Rodolpho, deixou em Rio Negrinho cuidando dos seus negócios, além do Irmão Georg Joahannes Adolf, ou Adolfo Olsen, como era conhecido o seu filho Luís Bernardo.

Casa comercial de Luiz Olsen, vendo-se aos fundos o atual "Casarão Olsen" (Foto: acervo de Glicia Murara Neidert)
Seu pai Bernardo Olsen nunca residiu em Rio Negrinho, mas foi incontestável a sua influência no desenvolvimento nos primórdios em nossa terra, com o comércio de secos e molhados, negócio de erva-mate ou no ramo imobiliário, que originou a localidade de Colônia Olsen. 
Imagem da Igreja de São Pedro, na localidade de Colônia Olsen 
Muito mais, com o seguimento dos empreendimentos realizados pelo seu filho Luiz Bernardo Olsen, Luizinho como era conhecido. Teve um papel fundamental no desenvolvimento da cidade de Rio Negrinho, fazendo um contraponto com a família Zipperer, além do desenvolvimento do interior com a exploração madeireira (serrarias), criação da Colônia Olsen e de Volta Grande.

Residência de Luiz Bernardo Olsen, atual "Casarão Olsen", construída aos meados da década de 1920 (Foto: acervo de Glicia Murara Neidert)

Na segunda década do Século XX, Luizinho mudou-se a Rio Negrinho, construindo o atual denominado “Casarão Olsen”, cujos tijolos foram transportados de Lençol, em carroças. Esta casa foi e é destaque em nossa cidade pelo encanto de sua beleza.
Em Rio Negrinho desenvolveu atividades no ramo industrial tendo sido grande empreendedor e atuante na sociedade rio-negrinhense. A sua indústria teve várias denominações como:
- Luiz Olsen & Cia com a casa de negócio, serraria, fábrica de caixas, exportação de madeira e erva-mate até a década de 30.
Luiz Bernardo Olsen, ladeado por seus empregados em 1935 (Foto: acervo de José Luimar Meyer)
- Luiz Olsen S/A – com Serraria, Fábrica de Caixas, Exportação de Madeira e Fecularia no início da década de 40;
- Madeiras e Fécula Luiz Olsen S/A com serraria, exportação de madeiras bruta e beneficiada, fecularia, pasta mecânica com matriz em Rio Negrinho e filial em Joinville ainda na década de 40;
- Indústria e Comércio Luiz Olsen S/A – Loja – com sede em Curitiba, Fábrica de Pasta Mecânica em Rio Negrinho e Volta Grande, serraria e exportação de madeira na década de 50.
Escritório da empresa Luiz Olsen, construída em 1947, situada na esquina das ruas D. Pio de Freitas e Otilia Virmond Olsen (Foto: acervo de Gertrudes Jung)
Em Rio Negrinho foi cidadão bastante atuante na política local como membro da UDN opinava em todas as indicações de servente a diretor de escola bem como delegado, coletor, etc.
Antes da emancipação política foi vereador do então Distrito de Rio Negrinho em São Bento, durante os quadriênios 1927/1930 e 1947/1950 e foi participante ativo na emancipação política de Rio Negrinho.
Participou ativamente da construção do novo prédio Igreja Católica entre 1947 e 1948, como membro da diretoria.
Inauguração da Igreja Matriz Santo Antonio em novembro de 1948. Na foto vê-se Luiz Bernardo Olsen, ao lado esq. do então Bispo D. Pio de Freitas, demonstrando assim a sua força e prestígio (Foto: acervo de José Luimar Meyer)
Fundou a Sociedade Hípica Cruzeiro do Sul cuja inauguração foi no dia 01 de abril de 1943, tendo sido o primeiro Presidente.
Imagem de uma corrida de cavalos na Sociedade Hípica Cruzeiro do Sul, situada no entroncamento das rua Alberto José Trouche e Luiz Peyerl, no bairro Pinheirinho (Foto: acervo de Glicia Murara Neidert)
Homem de grande visão empreendedora foi sócio de uma empresa de gasogênio. Participou como sócio fundador da Fiação São Bento, era acionista de uma empresa de navegação em São Francisco do Sul.
Em junho de 1960, doou ao Governo do Estado de SC, através de sua empresa Indústria e Comércio Luiz Olsen S./A., um terreno situado na localidade de Volta Grande, distrito e município de Rio Negrinho, com a área de 10 mil metros quadrados, que destinou à construção de um prédio escolar, atual Escola de Educação Básica Luiz Bernardo Olsen.

Vista parcial de Volta Grande e Águas Claras (Foto: extraído do site da Câmara de Vereadores de Rio Negrinho)
Faleceu em Curitiba em 20 de maio de 1972, deixando seus empreendimentos a seus filhos, Bernardo Olsen Neto (Bernardinho) na localidade de Volta Grande, cuja empresa é a atual CVG – Cia. Volta Grande de Papel e a sua filha Lourdes, casada com Alberto José Trouche, a atual empresa Incopisa – Indústria e Comércio Pinheirinho S/A. Um dos maiores frutos de seu empreendimento é a construção da barragem da usina para a produção de energia elétrica, que gerou a famosa represa de Volta Grande, área de beleza e lazer.

Imagem aérea das empresas Cahdam, situada no bairro Indl. Norte e CVG, localizada no Distrito de Volta Grande, em Rio Negrinho (Foto: extraído do site da empresa Cahdam)
Pela sua importância e pelo seu trabalho a Escola Estadual de Volta foi emprestado o seu nome. Além de uma via do bairro Cruzeiro e o Estádio da Sociedade Esportiva Ipiranga, o homenageia.

Vista parcial da Represa de Volta Grande (Foto: extraído da site oficial da Prefeitura Municipal de Rio Negrinho)

terça-feira, 31 de março de 2015

40 ANOS DA DENOMINAÇÃO DE ESCOLA MUNICIPAL DE PREFEITO FREDERICO LAMPE!

Foi comemorado hoje (31/03/2015), os 40 anos da denominação de Prefeito Frederico Lampe, a então Escola Municipal Dona Francisca - Km. 106. A Escola Municipal de Educação Básica de Educação Básica foi denominada de Prefeito Frederico Lampe, através da Lei nº 88, de 19 de março de 1975, pelo então prefeito municipal Nivaldo Simões de Oliveira. Esta Escola, segundo pesquisa recente da atual Diretora Andreia Veiga, foi criada em 1952, ainda quando Rio Negrinho era Distrito de São Bento do Sul.
O ginásio de esportes da mencionada Escola foi denominado pelo então prefeito Mauro Mariani, em 07/08/2001, de Vereador Alvino Anton, político e morador do bairro São Pedro.
Participaram desta comemoração a Secretária de Educação Anita Raschke, os vereadores Osni Boelitz e Liliana Schroeder Jurich, o Presidente da Fundação Municipal de Esportes Osmair Fischer, familiares do prefeito Frederico Lampe e do vereador Alvino Anton, atuais professores e servidores, ex-diretores e ex-professores e convidados especiais e alunos. A comemoração organizada pela atual diretora Andreia Veiga foi realizada no Ginásio de Esportes “Alvino Anton” da Escola Municipal Frederico Lampe. Como parte da comemoração usaram da palavra Andreia Veiga atual diretora da Escola, o vereador Osni Boelitz, e a Secretária de Educação Anita Raschke.  Alunos também fizeram apresentações tendo como principal destaque a fanfarra daquela escola.

Convite do Evento Comemorativo dos 40 anos da denominação da Escola Municipal de Educaçao Básica Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo da EMEB Pref. Frederico Lampe)
Edifício da Escola Municipal de Educaçao Básica Prefeito Frederico Lampe e ao lado o Ginásio de Esportes Vereador Alvino Anton (foto: acervo da EMEB Pref. Frederico Lampe)
Anexo do Edificio da Escola Municipal de Educaçao Básica Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo da EMEB Pref. Frederico Lampe)
Raimundo José Veiga, secretário municipal em 1975 (foto: acervo do autor do Blog)
Licio Nicacio Schroeder, morador do bairro São Pedro, e genro do vereador Alvino Anton (foto: acervo do autor do Blog)
Ione Lampe e Florinda Silva, nora e filha do prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Zoraide da Cruz Santos, ex-diretora da EMEB Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Luzia Leoni Tureck Garcia, ex-professora da EMEB Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Giovane Silva Nardon, neta do prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Trineto do prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Eliza Junctum Bail, convidada especial (foto: acervo do autor do Blog)
Clovis Daniel Silva Jr., neto do prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)

Marlene de Souza Freita e Lourival de Souza Freitas, ela é ex diretora-presidente da Fundação Municipal de Cultura e ele é ex-professor da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Anita Meister Raschke, Secretária Municipal de Educação (foto: acervo do autor do Blog)

Osmair Fischer, diretor-presidente da Fundação Municipal de Esportes e neto do vereador Alvino Anton (foto: acervo do autor do Blog)
Vereador do Osni Boelitz (foto: acervo do autor do Blog)
Andreia Veiga, atual diretora da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Josenite Leck Doerlitz, ex-diretora da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Francisco Eduardo Schiessl, ex-diretor da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Ilze Vicente, Silvane Baptista e Sergio Picolli, assessores da Secretaria Municipal de Educação (foto: acervo do autor do Blog)
Assessoras da Secretaria Municipal de Educação (foto: acervo do autor do Blog)
Osmair Bail e Eliza, convidados do eventos (foto: acervo do autor do Blog)
Alunos e professores da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Mesa dos trabalhos do evento comemorativo (foto: acervo do autor do Blog)
Apresentação da fanfarra da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Eliza Bail, Luzia Leoni Tureck Garcia, Marlene e Lourival de Souza Freitas, Raimundo José Veiga e a Profª Bernadete Peyerl (foto: acervo do autor do Blog)
Dilma Hubner, a servidora mais antiga da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Professores da Escola Prefeito Frederico Lampe (foto: acervo do autor do Blog)
Servidora Dilma Hubner encarregada de servir o bolo da confraternização (foto: acervo do autor do Blog)
Luzia Leoni Tureck Garcia e sua filha (foto: acervo do autor do Blog)
Clovis Daniel Silva Jr. e seu neto, Giovane da Silva Nardon, Florinda Silva, Ione Lampe, Andreia Veiga e Raimundo Jose Veiga (foto: acervo do autor do Blog)

Josenite Leck Doerlitz, Dilma Hubner e Andreia Veiga (foto: acervo do autor do Blog)

domingo, 8 de março de 2015

UM OLHAR SOBRE RIO NEGRINHO! (52)

Nota do Blog: A presente coluna “Um Olhar Sobre Rio Negrinho” é de autoria dos Professores Celso Crispim Carvalho e Mariana Carvalho, a quem agradecemos. Ela foi escrita para ser publicada durantes as festas natalinas de dezembro de 2014, porisso a intempestiva mensagem natalina.

O Que Se Foi e o Que Ficou! (III)

Considerações iniciais. (Texto de Celso). Tantos anos se passaram desde que aqui chegaram os primeiros imigrantes europeus, com a difícil missão de colonizar a terra, até nossos dias. Durante este tempo, muita coisa se fez e muita coisa se desfez. Mas, no cômputo geral, podemos afirmar que Rio Negrinho deu um belo salto do passado para o futuro. Há algumas décadas nem se poderia imaginar que nosso município estaria ligado por asfalto para os quatro cantos do país; nem se poderia pensar que todo mundo não mais iria ao cinema porque dentro das suas casas haveria um (TV). Ninguém nem desconfiaria que seria possível, em pouco tempo, deslocar-se confortavelmente até o norte do país. Como imaginar que poder-se-ia falar com alguém que mora no outro lado do mundo de dentro da sua própria casa? E como imaginar que para ir à escola não seria mais necessário caminhar pelas estradas (transporte veicular)? Antigamente havia, de certa maneira, engarrafamento de carroças dos colonos (foto 1) que vinham para a cidade para vender seus produtos da roça, hoje temos engarrafamentos de veículos motorizados (foto 2)! Ah! quem poderia imaginar que num futuro próximo os “cavalos” estariam dentro do carro? – refiro-me aos cavalos (força) dos carros, estamos bem entendidos?- Em todos os setores da vida humana, Rio Negrinho progrediu e virou uma cidade muito boa para morar, com, praticamente, todos os confortos oferecidos pela tecnologia. Já temos descrito, sobre as dificuldades para viajar nos tempos das carroças que levavam várias semanas para ir à Joinville e voltar. Uma viagem à praia era uma grande aventura, e quem ia, quando voltava, ficava o resto do ano “garganteando” e contando causos da sua aventura. Hoje, qualquer ser vivente pega seu carro, desanda morro abaixo e em menos de duas horas está lá em Barra Velha (Nossa! Como tem gente de Rio Negrinho em Barra Velha, pois até foi dado o nome de Rio Negrinho para uma das ruas daquela cidade praiana!). No entanto, aqui, em nossa cidade, muitas coisas boas e bonitas foram extintas, por razões plausíveis ou não. Veremos hoje algumas que ficaram ou foram modificadas. 

ENGARRAFAMENTO DE CARROÇAS NO CENTRO DA CIDADE – AO FINAL DA DÉCADA DE 30. Naquele tempo, nos finais de semana, eram tantas as carroças que vinham abastecidas com produtos da roça que ficava difícil circular pela rua central. O substantivo “carroça” quer dizer carro da roça, aqueles que os cavalos vão na frente puxando!
ENGARRAFAMENTO DE CARROS NO CENTRO DA CIDADE – 2014. Hoje, são tantos os veículos motorizados circulando pela mesma rua que fica difícil atravessá-la a não ser pelas faixas de segurança. Hoje, os cavalos vão dentro do motor do carro e, em certas ocasiões, os cavalos também vão sentados atrás do volante – como tem “cabra” inapto ao volante! Alguns deles, se fossem dirigir em São Paulo, matariam ou morreriam na primeira esquina! 
CASA CONSERVADA AO LADO DA EMPRESA “MÁQUINAS LAMPE”. Antes, esta casa era residência, hoje, abriga uma lanchonete. Nota do Blog: a imagem da residência de propriedade da família Lampe, foi construída por Carlos Lampe, ancestral desta tradicional família.
RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA NEIDERT - 2014. Esta, na Rua Dom Pio de Freitas, continua como era. Aqui funcionava o Comércio Neidert que vendia de tudo, desde alimentos até tecidos para fazer roupas. Ao lado desta casa havia um galpão onde funcionava, nas décadas de 50 até 80, uma serralheria também da mesma família. Naquele galpão foi encenado o primeiro teatro em Rio Negrinho. Quando obtivermos fotos do referido galpão, publicaremos.
RESIDÊNCIA DOS MURARA. Sita na esquina da Rua São Bernardo, esta casa permanece tal qual foi construída. Nela também funcionou, durante muitos anos, o comércio dos Murara. Hoje, ali, moram membros da família. Dela falaremos em outra edição! Nota do Blog: a imagem da residência de propriedade da família Murara, foi construída por Urbano Murara, ancestral desta tradicional família.
CASA DAS NAÇÕES – CASA DO TURISMO. Esta, graças a Deus, continua de pé! Seria um crime derrubá-la para, no lugar dela, construir-se outra coisa! Também dela falaremos em outra edição!  Nota do Blog: a imagem da residência que foi de propriedade da família Olsen e mais tarde Trouche, foi construída por Luiz Bernardo Olsen, ancestral desta tradicional família.
ESTA, AINDA BEM CONSERVADA. Sita na esquina das ruas Otília Virmond Olsen com a Dom Pio de Freitas, nela, por durante muito tempo funcionou o escritório da Fábrica de papel da Volta Grande.
SANTO E ABENÇOADO NATAL: FESTA DO MENINO JESUS.

CONSIDERAÇÕES FINAIS. Não poderíamos encerrar esta edição sem deixar uma mensagem de Natal para nossos queridos leitores! Imagine que no dia do seu aniversário, sua família fizesse uma festa de arromba, com luzes, enfeites, doces, churrascada, música, muitos convidados e com tudo o que tem direito uma grande festa.
Durante a festa todos voltam a atenção para um personagem principal, que é venerado, adorado e assediado por todos que conferem-lhe altas honrarias. Ele é o centro das atenções e é a pessoa mais importante da festa. 
Está pensando que esta pessoa é você? Enganou-se redondamente! Você, o verdadeiro dono da festa, deveria ser o centro das atenções porque o aniversário é seu, mas não é assim que as coisas acontecem. Você foi esquecido chaveado lá dentro do seu quarto e quase ninguém lembra o seu nome mas, sim, daquele intruso, que não é o aniversariante e está sendo muito badalado na festa.
Estranho, não? É isso mesmo que acontece com a Festa do Nascimento do Menino Jesus! No lugar Dele, em quase todos os lugares, nas praças, nas casas, nas ruas, nas cabeças das pessoas e, por incrível que pareça, até em algumas igrejas o dono da festa é Papai Noel. Jesus é lembrado por poucos! 
O Verdadeiro Dono da festa é colocado de lado! Nesse mundo de negócios o Natal Cristão está cada vez mais sendo substituído pelo natal comercial, em outras palavras, troca-se o Cristão pelo pagão. Lembremos que Natal é somente a comemoração do Nascimento de Jesus, portanto, Seu aniversário!  O resto foi inventado pela indústria e pelo comércio com a finalidade do lucro.
Esta data oferece-nos oportunidade de olharmos para dentro da nossa alma e lá do fundo resgatarmos coisas esmorecidas como o amor, a caridade, o perdão, a benevolência, a solidariedade e tantos e tantos outros valores que o mundo moderno insiste em sufocar. Não cometa você esta injustiça! Desejamos a todos um Santo e Abençoado Natal! Faça festa, mas com Jesus Cristo no centro!
Por hoje é só! Obrigado! Um grande abraço de Celso e outro de Mariana! Fique com Mamãe e Papai do Céu!