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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Imagens da primeira Grande Gincana Municipal de Rio Negrinho, em 1972!


Imagem dos professores da Escola Estadual Profª Marta Tavares e membros da Equipe Arrebenta Trevas, daquela escola. Na foto vê-se entre outros, o Professor Elias Graboski, Profª Lucy Gomy, Profª Laurildes Postiglione, Profª Naira Buchmann, Profª Noeli Klaumann, Profª Orita Fernandes do Amaral e Profª Maria da Graça Machado (Foto: acervo de Helmar Klaumann)
Imagem do dentista Lothario Klaumann em companhia dos netos, desfilando numa charrete. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem do dentista Lothario Klaumann em companhia dos netos, desfilando numa charrete. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)
Imagem da Profª Noeli Klaumann em plena Rua Jorge Lacerda. Vê-se a rua ainda de chão batido, em obras, e as equipes se perfilando para o início do desfile da Gincana. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem da preparação para o início do desfile da Gincana em plena Rua Jorge Lacerda. Vê-se a rua ainda de chão batido, em obras, se sobressaltando um jeep (esq.), com membros da Equipe Esteco. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem de carro alegórico de uma das equipes se perfilando para o início do desfile. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem de um carro alegórico de umas das equipes da Gincana se perfilando para o inicio do desfile. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem de um carro alegórico de umas das equipes da Gincana se perfilando para o inicio do desfile, na rua Jorge Lacerda. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem de um carro alegórico da equipe Arrebenta Trevas desfilando na Rod. Br-280, próximo ao Posto Nehring, onde vê-se a população apreciando. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem de duas gincaneiras pixando um fusca. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem do desfile de umas das equipes da Gincana. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem do antigo prédio da Prefeitura Municipal, então localizado na Praça do Avião, durante as comemorações da Gincana. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

Imagem tirada do alto da rua Adolfo Olsen, com uma faixa indicativa da Equipe Arrebenta Trevas. Vê-se aos fundos a Igreja Luterana e a Indústria de Móveis de Afonso Klaumann. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)
Imagem tirada do alto da rua Adolfo Olsen com veículos participantes da Equipe Arrebenta Trevas. No veículos da frente vê-se o autor das fotos Helmar Klaumann. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

A Lei Municipal nº 7, de 15 de junho de 1971, oficializou o dia 24 de abril, como sendo o "DIA COMEMORATIVO À FUNDAÇÃO DE RIO NEGRINHO" e o ano de 1880, como sendo o ano da fundação deste Município. O dia 24 de abril é em homenagem a data natalícia de Jorge Zipperer, um dos fundadores da portentosa Móveis Cimo, e o ano de 1880, referente ao ano que cruzou por terras rionegrinhenses a imperial Estrada Dona Francisca.  Estipulada a mencionada data, foi esta estabelecida como feriado municipal, em que tradicionalmente se realizam comemorações, principalmente com desfiles escolares e comunitárias. No ano seguinte após a oficialização do ano de fundação municipal, a partir de 1972, portanto, 9 anos antes da comemoração do Centenário, inspirado por Euclides Ribeiro (Quito) iniciam-se as tradicionais gincanas municipais. Seguindo uma longa tradição de disputa e de confraternização, elas tiveram momentos de paralisação, sendo que a última realizada foi em 2012, com sua 25ª edição. As Gincanas Municipais foram criadas com objetivo de unir e preparar a comunidade para a grande festa do Centenário do Município. As duas primeiras edições das Gincanas Municipais tiveram como duas principais competidoras, de um lado a Escola Estadual Profª Marta Tavares, tendo como umas das principais lideranças a Profª Orita Fernandes do Amaral, e de outro lado o Colégio São José, liderado pelo Profº Pedro Henrique Berkembrock. Certamente, os mais antigos se lembram da "rivalidade" entre o "Marta" e o "São José". Estrofes como "Grupo de ouro, Colégio de couro" ou "Grupo de prata, Colégio de lata" ou vice-versa, esprimiam bem essa rivalidade reinante. Isto foi aflorado nas disputas das Gincanas. Muito mais que o Colégio tinha uma grande vantagem, pois contava com o apoio financeiro de um importante empresário da época. Salvo melhores informações, as duas primeiras gincanas foram vencidas pelo Colégio São José, o que provocou um tal espírito de radicalismo que a Gincana de 1974 foi cancelada e retomada somente a partir de 1975. As fotos da primeira Gincana, realizada em 24 de abril de 1972, foram obtidos em Slides 35mm., com Câmera Leica Analógica, de autoria e digitalizados por Helmar Klaumann. Obrigado!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Tia Nina: Lembranças de uma comemoração de infância! (parte 2)

Imagem de Margarida Meyer (Nina), ao lado do seu comércio, ladeado por crianças (Foto: acervo de José Luimar Meyer)

Nota do Blog: Após a publicação em 07/03/2014, do texto Lembranças de uma comemoração de infância!, nossa amiga Reinate Zipperer, no dia 08/03/2014, nos complementou com um emocionado depoimento a respeito de sua tia Margarida Meyer (Nina), então comerciante à Rua Jorge Zipperer, que foi casada com Ervino Meyer, cujo falecimento se deu aos 49 anos, em 01/03/1961, sem filhos, e ela veio a falecer com 52 anos, em 03/12/1969, que com respeito devido vamos publicar no seu inteiro teor:


Bom dia Osmair! Acabei de entrar no Blog (Rio Negrinho do Passado) e vou te dar alguns detalhes que com certeza não sabes. A tia Nina e o tio Ervino Meyer, criaram a Ivone. A Nina era irmã da minha mãe e da tia Lídia que era a mãe da Ivone. Portanto, a comemoração se deu na casa deles na rua Jorge Zipperer onde tinham um comércio de armarinhos (se dizia na época), era do lado da Farmácia Virmond (hoje nova Loja Miner), ainda existe. A Nina foi uma pessoa muito importante na vida de muita gente, ficou viúva muito cedo, e tocou sozinha o comércio. Se dedicava inteiramente não só a Ivone e sim a todas as sobrinhas e filhas de suas inúmeras amigas. Era uma verdadeira mãe de todos, isso sem contar a amizade que cultivava por idosos (eu considerava), figuras inesquecíveis da época: Frau Popenberg,  Frau Boelitz que vendia pirulitos, com seu marido e dona Marta Mlinarski (todos com certeza escrevi errado, mas era assim que nós os chamávamos). Acolhia a todos e ninguém saia de lá sem tomar café ou jantar. Eu me emociono cada vez que falo dela, eu a amava muito, muito mesmo. Íamos nas corridas de cavalo, em viagens de jogos de bolão, festas, tudo com ela. Essa era a simplesmente NINA como todos a chamavam. Desculpe, fugi do meu objetivo. ...........................
Só mais duas coisinhas. A Ivone, hoje mora um pouco aqui no Balneário de Camboriú e um pouco em Curitiba (bem recente). Viveu muitos anos com o marido Milton Lampe (irmão do Bráulio e do Alcides aí da Fundição Lampe) e filhos em Apucarana............... Agora cheguei ao final, vou falar da Sirse. Era filha do Eugênio Ferreira (de Lima), morava na esquina no outro lado da rua da Igreja, também na rua Jorge Zipperer. Lembro que fiz minha carteira profissional com o pai dela. .......................... Obrigada pela atenção, um abraço! 

sábado, 8 de março de 2014

Professor Arnaldo: seu trabalho pelo escotismo em Rio Negrinho não foi em vão!

Professor Arnaldo de Almeida Oliveira e sua esposa Olanda, com seus filhos Hélio, Luiz, Humberto, Zeca, Lourdes e Luiza, nos preparativos da comemoração cívica de 07 de setembro, pelos idos de 1970/71 (Foto: acervo da família)

Filhos do Professor Arnaldo de Almeida Oliveira: Hélio, Luiz, Humberto, Zeca, Lourdes e Luiza, nos preparativos da comemoração cívica de 07 de setembro, pelos idos de 1970/71 (Foto: acervo da família)
Jaime Junkes (esq.) um dos fundadores do Grupo Escoteiro Arnaldo A. Oliveira e seus atuais dirigentes (Foto: acervo do G.E. Arnaldo A. Oliveira)
Atividades do Grupo Escoteiro Arnaldo A. Oliveira em frente a Prefeitura Municipal de Rio Negrinho (Foto: acervo do G.E. Arnaldo A. Oliveira)

Atividades do Grupo Escoteiro Arnaldo A. Oliveira em frente a Prefeitura Municipal de Rio Negrinho (Foto: acervo do G.E. Arnaldo A. Oliveira)
Imagem do Grupo Escoteiro Arnaldo A. Oliveira em frente a antiga sede da Prefeitura Municipal de Rio Negrinho (Foto: acervo do G.E. Arnaldo A. Oliveira)

O que é o Escotismo?

Definição
O escotismo é um movimento que surgiu na Inglaterra no ano de 1910 e foi criado por Baden-Powell. Este movimento surgiu com o objetivo de aperfeiçoar os conhecimentos dos jovens e desenvolver princípios morais, cívicos e organizacionais.
O escotismo não possui associação com grupos políticos ou religiosos. Está espalhado por diversos países do mundo, inclusive Brasil. É regulamentado por uma lei geral que é seguida por todos escoteiros.

Divisão e atuação 
Os escoteiros costumam fazer reuniões uma vez por semana. Ao ingressar num grupo de escoteiros, os jovens são divididos em grupos, de acordo com a faixa etária: lobinhos (dos 7 aos 11 anos), escoteiros (11 aos 15 anos), sênior (dos 15 aos 18 anos) e pioneiros (18 aos 24 anos).

Importância 

Os escoteiros adquirem vários conhecimentos importantes para a vida e desenvolvem muitas habilidades. Aprendem a conviver em grupo, ajudar ao próximo com boas ações, sobreviver em situações adversas, etc.

Curiosidades:

- O primeiro grupo de escoteiros brasileiros foi fundado em 1910, na cidade do Rio de Janeiro e se chamava Centro de Boys Scouts.
- O Dia Mundial do Escoteiro é comemorado anualmente em 23 de Abril.


Escotismo em Rio Negrinho

Em meados de 1989, membros do grupo escoteiro Desbravador de São Bento do Sul, procuraram a prefeitura de Rio Negrinho para propor ao então prefeito Guido Rückl e seu vice, Professor José Kormann, a criação de um grupo escoteiro no município. Professor Kormann procurou Jaime Junkes, que aceitou o desafio de fundar um Grupo de Escoteiros na cidade. Sendo assim, em 04/11/1989, sete jovens e dois escotistas fizeram as primeiras promessas do Grupo Escoteiro Arnaldo de Almeida Oliveira (GEAAO).
O nome do Grupo Escoteiro é uma homenagem ao professor Arnaldo de Almeira Oliveira, fundador do Grupo Escoteiro Caio Viana Martins, primeiro grupo de Rio Negrinho. O lenço leva as cores da bandeira do município: Verde: propriedades rurais; Cinza: paz, trabalho, prosperidade, amizade e pureza; Azul: justiça e beleza. O logotipo exibe a Flor de Liz, representando o escotismo e a Maria Fumaça e Chaminé da CIMO, símbolos oficiais da cidade.  Na enchente que assolou Rio Negrinho em 1992, o Grupo Escoteiro perdeu quase todo seu patrimônio; ocorreu um acidente com o caminhão que transportava o material do Grupo Escoteiro para um acampamento. Em 2001, por falta de adultos para chefia e diretoria do Grupo Escoteiro, foram encerradas as atividades, mas quatro anos houve o retorno. No dia 16/07/2005, na Câmara de Vereadores, com a presença de lobinhos, escoteiros, seniores, chefes, diretores, pais e do Grupo Escoteiro Desbravador, o G.E. Arnaldo de Almeida Oliveira foi reaberto sendo que desde então foram registradas participações em atividades a nível local, distrital, regional e nacional. 
Em vários momentos na história de Rio Negrinho se tem lembranças do escotismo, a exemplo do Professor Valmir Vidal Senna, na década de 1960, e ainda, na década de 1970, pelas mãos dos irmãos Angelo e Edmundo Teifke. (Texto: extraído parcialmente das informações do site da Câmara de Vereadores de Rio Negrinho)

sexta-feira, 7 de março de 2014

Lembranças de uma comemoração de infância!

(Foto: acervo de Reinate Zipperer e Murilo José Zipperer da Silva)



Oh! que saudades que eu tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueira
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

(Texto atualizado em 10/03/2014)

Com os primeiros versos da famosa poesia "Meus oitos anos", de Casimiro de Abreu, no seu famoso livro de poemas "As primaveras" (1859), serve bem para ilustrar a singeleza, a simplicidade e a candura espelhada na imagem acima. A foto trás imagem, por volta de 1954, de crianças, reunidas numa singela comemoração natalícia de uma delas, Ivone Pereira, realizada na casa de sua tia Margarida Meyer (Nina), em Rio Negrinho, à rua Jorge Zipperer, que confinava aos fundos com sua casa à rua Luiz Scholz, na qual participaram parentes e colegas, à exemplo da Cecilia Baum, que era sua vizinha de cerca. Para registro daquela festividade as crianças foram deslocadas até o estúdio fotográfico Weick, situado à rua Senador Nereu Ramos, e foi tirada a foto acima, em plena rua, defronte ao automóvel da comerciante Margarida Meyer (Nina), vizinha e tia da aniversariante. Vemos a partir da esq., os irmãos Carin e Romeu José Metz (atualmente moradores em Curitiba), a seguir os irmãos Celso Linke (morador na praia de Enseada) e Álida Linke (moradora em Rio Negrinho), logo após, a menina mais alta é Cecilia Baum (moradora em Curitiba), a sua frente Reinate Zipperer (moradora em Itajaí), seguida da aniversariante Ivone Pereira Lampe (moradora em Balneário Camboriú), Sirse Ferreira de Lima e por fim Sueli Linke Conde (moradora em Niterói).
A título de curiosidade, pesquisando no google, informa-se que Romeu José Metz, natural de Rio Negrinho (02/09/1948), foi goleiro, nos clubes: Colorado - Pr (1973), São Paulo - SP, Operário - MS (1974), Iguaçú de União da Vitória - PR (1975 e 1977), Figueirense - SC (1976), Coritiba - Pr (1977 e 1978).
(Texto: com base em dados e informações de Reinate Zipperer, Sueli Linke Conde, Waldir Thieme, Otilia Kerne e do site do Paraná Clube)



Romeu - "A muralha Colorada" em 1972, referindo-se ao goleiro Romeu José Metz. (foto: extraída do site do Paraná Clube)
Atualização do texto: O meu amigo Murilo José da Silva me mandou as seguintes informações pelo facebook, hoje 08/03/2014, após a edição do texto: "Osmair, esse jogo em que o Colorado veio jogar aqui, foi contra o Ipiranga, no Estádio Luiz Bernardo Olsen, e o jogo foi 1 a 1, o gol do Ipiranga foi marcado pelo Lércio Virmond, e o goleiro do colorado era o Célio, me recordo bem, até tenho recorte de jornal comigo (1973), esse jogo comemorativo foi pela conquista do tri-campeonato da Taça Miner, famosa na época e hoje está no Museu Municipal."

quinta-feira, 6 de março de 2014

Atletas de Rio Negrinho, em 1971!


Imagem de parte dos atletas amadores de Rio Negrinho, em 1971, tirada na serra de Corupá, num sábado, no retorno de jogo-treino em Jaraguá do Sul, preparação para os Jogos Aberto de SC. Nesta foto estão atletas das modalidades de tênis de mesa (uniformizados), masculino e feminino, e da modalidade de vôlei masculino.  Os atletas de vôlei masculino da foto são jovens estudantes, então na qualidade de reservas dos titulares, a exemplo de Adolar Janesch, Henrik Szabunia, Josef Szabunia, Irineu Feldhaus, Mario Feldhaus, Holger Meinert Hansen e Raul Zipperer.  Na foto acima vemos, a partir da esq., agachados: Osmar Paulo Beckert, pessoa não identificada, Gilvan Jablonski, Lizane Olsen, Ruy Grassmann, Reinate Zipperer e Sandra Righetto; em pé: Professor Valdir Vegini, Carlos Alberto Grutzmacher, Gastão Leitis, Abel Schroeder, Alcione J. Souza (Soni), Omar Grutzmacher e José Afonso Zipperer (Toco).  A participação do Professor Valdir Vegini neste evento se deve a sua amizade com os alunos-atletas e ainda, porque a sede da Comissão Municipal de Esportes (CME) de Rio Negrinho, então localizada à rua Jorge Zipperer, no prédio da atual Loja MM, era alugado parcialmente por ele, para sua residência, local de partida para os jogos em Jaraguá do Sul. (Foto: acervo de Valdir Vegini e informações de Abel Schroeder)

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Resgate das Bandas Marciais e Fanfarras de Rio Negrinho!


Esta é uma foto foi enviada ao Blog por Silvia Maria de Brito, na qual descreve como sendo dos componentes da 1ª Banda Marcial da Escola Estadual Profª Marta Tavares, numa pose em frente ao prédio daquela Escola. (Foto: arquivo da professora Denise Andréa Pereira Ramos)
Imagem da Banda Marcial da Escola Municipal Profº Ricardo Hoffmann, num desfile cívico na rua Willy Jung (Foto: extraída do site "Trabalho Rio Negrinho" da Prefeitura Municipal de Rio Negrinho, publicada em 14/02/2014)

Quem não lembra de nossas Bandas Marciais ou fanfarras de nossa cidade, principalmente oriundas e formadas nas escolas municipais.  Ficaram famosas e reconhecidas a nível municipal, estadual ou nacional. Quem não lembra dentre elas as Bandas Marciais ou fanfarras das Escolas do Ricardo Hoffmann, Selma T. Graboski, Profª Marta Tavares, Jorge Zipperer, Colégio São José e Manoel da Nóbrega, que se rivalizavam com suas belas apresentações. 

Dentre os destaques municipais mencionamos a Banda Marcial do Colégio São José sagrou-se bi-campeã nacional, por duas vezes consecutivas, no Concurso de Bandas e Fanfarras em São Paulo (1992/1993) e em 1995 e 2004 o Colégio foi convidado e fez apresentações em terras chilenas.
Porém, ao longo dos últimos 10 anos elas começaram a definhar e praticamente se extinguiram, seja por falta de interesse ou por falta de incentivo das autoridades.
Com satisfação, tomamos conhecimento esta semana da notícia que o prefeito municipal de Rio Negrinho homologou a licitação para aquisição de instrumentos musicais destinados a formação de fanfarras das Escolas da Rede Municipal de Ensino. 
Serão adquiridos vários instrumentos musicais destinados ao projeto Resgate das Fanfarras inicialmente com as Escolas Municipais de Educação Básica Professor Ricardo Hoffmann, do bairro Industrial Norte e Professora Selma Teixeira Graboski do bairro São Rafael, para novamente as fanfarras animarem os desfiles do aniversário e do dia da Pátria.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

E.C. Continental de Rio Negrinho nas décadas de 1970, 1980 e 1990!

Foto do E.C. Continental, ano 1972 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, ano 1970 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1990 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1980 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1980 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1990 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1987 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1987 (Foto e informações de João Correa)

Foto do E.C. Continental, anos 1987 (Foto e informações de João Correa)
Apresentamos acima uma sequencia de 9 fotos de imagens do E. C. Continental de Rio Negrinho, time de longa tradição esportiva de nossa cidade. As fotos e as informações publicadas neste Blog são uma gentileza do esportista e amigo João Correa, a quem ficamos agradecidos!