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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Pose de amigas, em 1940 !


Nesta imagem de outubro de 1940, tirada na "Foto Atelier Weick - Rio Negrinho" então pertencente a Paul Erich Weick, hoje "Foto Weick" de Siegmar Weick, conhecido como Bibi, vê-se a pose de três amigas Leonilda Klitzke, Gomercinda Gomes e Elvira Schiessl. No verso da foto, uma das amigas anotou a singela dedicatória a umas das amigas do feliz registro. (foto: acervo de Elvira Schiessl Silva)

Bloco carnavalesco familiar de Rio Negrinho, em 1940 !


Na imagem acima vemos um grupo de casais amigos de Rio Negrinho, trajados de cossacos, para comemoração do carnaval de 1940. Nesta foto vê-se, a partir da frente Elvira Schiessl, e a seguir, a partir da esq. Leonilda Schiessl e Hilda Baum; na primeira fila de casais, a partir da esq.: João Neumann e esposa, Alfredo (Tico) Guilgen e esposa, e, Ervino e Margarida Meyer; na última fila: José Metz e esposa, Luiz Germano e Bárbara Engel, Frederico Lampe e esposa, e, Aleixo e Luiza Zipperer. (foto: acervo e informações de Elvira Schiessl Silva)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Carnaval ao final da década de 1930 e início de 1940

Amigas no carnaval de 1939, Ana Dobeck e Elvira Schiessl (foto: acervo de Elvira Schiessl Silva)
Agenor Guilgen, trajado de arlequim, no carnaval de 1941 (foto: acervo Elvira Schiessl Silva)
Amigas no Carnaval de Rio Negrinho, ao inicio 1940 (foto: acervo de Elly Norma Olsen)
Amigas de Rio Negrinho e São Bento do Sul, no Carnaval de 1939, vendo-se a partir da esq. Elfrieda Diener, Cacilda Kaesemodel, (não identificada) e Rosa Ziethle. (foto: acervo de Elvira Schiessl Silva)
Os bailes e desfiles carnavalescos em nossa cidade já tiveram ocasiões bem mais agitadas, principalmente ao final da década de 1930 e durante o início da década de 1940. Os trajes eram preparados cuidadosamente preparados para a festa, principalmente na formação de pequenos blocos.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Alunas do Colégio Manoel da Nóbrega de Rio Negrinho, em 1971.

Nesta imagem de 1971, vemos as alunas do Colégio Estadual Manoel da Nóbrega, durante o desfile de 07 de setembro, em plena rua Jorge Zipperer, defronte ao prédio da Farmácia Rinefarma, atualmente em demolição. Na foto vemos a partir da esq. Jurema Lúcia Stoeberl, Norma Hoenicke, Sueli Flores de Souza, Ines Krainski, Hilária Salette Zanella, Carin Grimm, Ivone Cristoff, Rosane Maria Barsch, Cleusa Meri Pscheidt, Marlise Fany Lehner e Margarete Eick. (Foto: acervo de Vera Grimm)

Transporte de um enorme toro de imbuia !

O estoque de madeira serrada que permanecia nos pátios da ex-Móveis Cimo girava em torno de 12 a 13 mil metros cúbicos de madeiras de lei. Este rigoroso controle de estoque foi mantido por mais de 30 anos, no qual toda madeira ocupada diariamente na fabricação de móveis, na mesma quantidade era serrada e recolocada no pátio para secagem. Na imagem acima da década de 1950 vemos uma enorme tora de imbuia, em pleno pátio da Móveis Cimo, que obrigou ao uso de um único caminhão Ford. Nesta foto vemos Salvino Tureck e Erenfried Preisler. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Categoria Infanto juvenil do Ipiranga, ano de 1976 !


Esta foto mostra a categoria infanto juvenil da equipe da Sociedade Esportiva Ipiranga de Rio Negrinho, no ano de 1976, com grandes disputas pela cidade e região. Em pé, da esquerda para direita: Gilberto Maciel Bublitz (Neguinho), Edmilson Martins, Amauri Cavalheiro, Luiz Alberto Treml (Chimim), Ozanan Barboza (falecido), Julio Frohner (Beto), Paulo Froehner (Paulinho) e Itamar Niebisch; agachados: Donato Rodrigues de Jesus, Hilário Tascheck, Gerônimo Rainério Tureck (falecido), Marcos Köegler e Silvio Ropelato. (Foto: acervo de Silvio Gilnei Ropelato; extraído do Jornal Perfil, de 31/01/2012)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fanfarras escolares: devemos retomar este projeto !


Seguindo uma tendência nacional a cada ano, os desfiles cívicos em nossa cidade têm se tornado mais pobres. Talvez porque a participação das fanfarras escolares esteja rareando. A vida de nossos desfiles sempre teve na música, na marcha candenciada das fanfarras, um fator enriquecedor e embelezador. Daí que, com a diminuição do número de fanfarras, nossos desfiles têm perdido uma grande parte do seu brilho.
E quanto mais diminuem as fanfarras, menos oportunidades têm os jovens de aprender música e participar de atividades complementares a sua educação.
Uma fanfarra, inserida em uma escola traz diversos benefícios, como a disciplina, o senso de trabalho em grupo, o respeito pelos mais velhos e professores, o civismo, sentimento tão importante e em grande perdido em nossos dias.
Os benefícios individuais para quem toca numa fanfarra são enormes, afastando crianças e adolescentes das drogas, do crime, enfim da vida desregrada que tanto assola a nossa juventude. Além disso, existe a possibilidade do aluno se interessar pela carreira musical.
Em nossa cidade quem não lembra das sadias “disputas” nos desfiles cívicos de fanfarras entre nossas escolas a exemplo do Colégio Cenecista São José, do Marta Tavares, do Selma, do Ricardo Hoffmann, do Aurora, do Manoel, entre outras.
Penso que nossos futuros governantes devem repensar o incentivo musical, através das fanfarras, em nossas escolas.
Nas imagens acima vemos fanfarras de nossa cidade participando de desfiles cívicos de 07 de setembro. (Fotos: acervo de Vilson V. Mello)