Nesta imagem de 1971, vemos as alunas do Colégio Estadual Manoel da Nóbrega, durante o desfile de 07 de setembro, em plena rua Jorge Zipperer, defronte ao prédio da Farmácia Rinefarma, atualmente em demolição. Na foto vemos a partir da esq. Jurema Lúcia Stoeberl, Norma Hoenicke, Sueli Flores de Souza, Ines Krainski, Hilária Salette Zanella, Carin Grimm, Ivone Cristoff, Rosane Maria Barsch, Cleusa Meri Pscheidt, Marlise Fany Lehner e Margarete Eick. (Foto: acervo de Vera Grimm)
Este Blog tem por objetivo o incentivo da pesquisa histórica de Rio Negrinho (SC), colaborando no resgate histórico desta nossa terra.
Olá, seja bem-vindo! Muito obrigado pela sua visita!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Transporte de um enorme toro de imbuia !
O estoque de madeira serrada que permanecia nos pátios da ex-Móveis Cimo girava em torno de 12 a 13 mil metros cúbicos de madeiras de lei. Este rigoroso controle de estoque foi mantido por mais de 30 anos, no qual toda madeira ocupada diariamente na fabricação de móveis, na mesma quantidade era serrada e recolocada no pátio para secagem. Na imagem acima da década de 1950 vemos uma enorme tora de imbuia, em pleno pátio da Móveis Cimo, que obrigou ao uso de um único caminhão Ford. Nesta foto vemos Salvino Tureck e Erenfried Preisler. (Foto: acervo de Helmar Klaumann)
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Categoria Infanto juvenil do Ipiranga, ano de 1976 !
Esta foto mostra a categoria infanto juvenil da equipe da Sociedade Esportiva Ipiranga de Rio Negrinho, no ano de 1976, com grandes disputas pela cidade e região. Em pé, da esquerda para direita: Gilberto Maciel Bublitz (Neguinho), Edmilson Martins, Amauri Cavalheiro, Luiz Alberto Treml (Chimim), Ozanan Barboza (falecido), Julio Frohner (Beto), Paulo Froehner (Paulinho) e Itamar Niebisch; agachados: Donato Rodrigues de Jesus, Hilário Tascheck, Gerônimo Rainério Tureck (falecido), Marcos Köegler e Silvio Ropelato. (Foto: acervo de Silvio Gilnei Ropelato; extraído do Jornal Perfil, de 31/01/2012)
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Fanfarras escolares: devemos retomar este projeto !
Seguindo uma tendência nacional a cada ano, os desfiles cívicos em nossa cidade têm se tornado mais pobres. Talvez porque a participação das fanfarras escolares esteja rareando. A vida de nossos desfiles sempre teve na música, na marcha candenciada das fanfarras, um fator enriquecedor e embelezador. Daí que, com a diminuição do número de fanfarras, nossos desfiles têm perdido uma grande parte do seu brilho.
E quanto mais diminuem as fanfarras, menos oportunidades têm os jovens de aprender música e participar de atividades complementares a sua educação.
Uma fanfarra, inserida em uma escola traz diversos benefícios, como a disciplina, o senso de trabalho em grupo, o respeito pelos mais velhos e professores, o civismo, sentimento tão importante e em grande perdido em nossos dias.
Os benefícios individuais para quem toca numa fanfarra são enormes, afastando crianças e adolescentes das drogas, do crime, enfim da vida desregrada que tanto assola a nossa juventude. Além disso, existe a possibilidade do aluno se interessar pela carreira musical.
Em nossa cidade quem não lembra das sadias “disputas” nos desfiles cívicos de fanfarras entre nossas escolas a exemplo do Colégio Cenecista São José, do Marta Tavares, do Selma, do Ricardo Hoffmann, do Aurora, do Manoel, entre outras.
Penso que nossos futuros governantes devem repensar o incentivo musical, através das fanfarras, em nossas escolas.
Nas imagens acima vemos fanfarras de nossa cidade participando de desfiles cívicos de 07 de setembro. (Fotos: acervo de Vilson V. Mello)
Nas imagens acima vemos fanfarras de nossa cidade participando de desfiles cívicos de 07 de setembro. (Fotos: acervo de Vilson V. Mello)
Desfile em favor de Fernando Collor pelo PRN de Rio Negrinho, em 1989
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| Carreata em plena rua Willy Jung |
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| Carreata à rua 13 de Dezembro |
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| Carreata na confluência das ruas Willy Jung e 13 de Dezembro |
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| Carreata no Bairro Indl. Norte |
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| Carreata na Rod. Br-280, em frente ao Posto Nehring |
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| Carreata na Rod. Br-280, em frente ao Posto Nehring |
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| Carreata no Bairro Indl. Norte |
O Partido da Reconstrução Nacional (PRN) foi criado após a redemocratização do Brasil, com o fim do Regime Militar, em 1985, sob o nome de Partido da Juventude (PJ), havendo participado com esta denominação das eleições de 1985, 1986 e 1988. Posteriormente, no início de 1989, foi renomeado como Partido da Reconstrução Nacional (PRN), sempre presidido pelo advogado Daniel Tourinho, antigo filiado do PDT.
A bandeira política do partido, desde sua criação, tem sido o liberalismo e, portanto, a economia de mercado e o livre comércio, sendo visto como um partido de direita ou centro-direita, no espectro político. Apesar de pequeno, lançou uma chapa própria às eleições presidenciais diretas de 1989, tendo Fernando Collor de Mello, ex-governador do estado de Alagoas, como candidato a Presidente da República e Itamar Franco, senador por Minas Gerais, como candidato a Vice-Presidente. Com vistas a angariar apoios na campanha presidencial que estava por vir, a imprensa o tornou conhecido nacionalmente como "Caçador de Marajás". Durante a gestão no governo alagoano empreendeu estrategicamente um combate a alguns funcionários públicos que recebiam salários altos e desproporcionais.
A chapa sagrou-se vitoriosa, mas em 1992 Collor sofreu impeachment, e Itamar exerceu a Presidência até 1994, completando o mandato presidencial.
A chapa sagrou-se vitoriosa, mas em 1992 Collor sofreu impeachment, e Itamar exerceu a Presidência até 1994, completando o mandato presidencial.
Em 1990, o partido havia lançado diversos membros de sua Executiva Nacional como candidatos aos Governos Estaduais: Hélio Costa em Minas Gerais, José Carlos Martinez no Paraná, João Castelo no Maranhão, Renan Calheiros em Alagoas e o advogado Aguiar Júnior no Ceará, entre outros, tendo então conquistado mais de 8% dos votos para a Câmara Federal. Nenhum foi eleito.
Depois do impeachment de Collor e da posse de Itamar, o partido encolheu e voltou a ser mais uma sigla "nanica". Nas eleições de 1994 lançou o empresário baiano Walter Queirós, que acabou expulso do partido em plena campanha, e substituído pelo também pouco conhecido Carlos Antônio Gomes.
Depois de ter eleito menos de 20 prefeitos e um igualmente baixo número de vereadores nas eleições de 1996, repetindo o resultado pífio em 1998, o partido muda novamente de nome para Partido Trabalhista Cristão (PTC) em fins de 2000, colhendo melhores resultados.
Seguindo a onda nacional em Rio Negrinho o PRN foi fundado em 1989, articulando a campanha do então candidato presidencial Collor. Nas eleições municipais de 1992 teve o PRN de Rio Negrinho uma discreta participação, com Octavio Collodel Possamai na qualidade de candidato a vice-prefeito, na chapa de José Kormann, cuja eleição foi vencida por Dr. Romeu Ferreira de Albuquerque e com 4 candidatos a vereador, dos quais nenhum foi eleito. Depois das eleições de 1992 o PRN rionegrinhense não apresentou nenhuma participação. Nas fotos acima vê-se flashs de carreata pela cidade de Rio Negrinho, em 1989, ainda no primeiro turno, em apoio a candidatura de Fernando Color. (fotos: acervo de Vilson V. Mello e texto com base no site Wikipédia)
Encontro de amigos em 1989 !
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Helládio Olsen Veiga: patrono da Biblioteca Municipal de Rio Negrinho !
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Atual prédio da Biblioteca Municipal, situada na Praça do Avião, no Centro de Rio Negrinho (foto extraída do site da Pref. Mun. de Rio Negrinho)
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Fundada em 18 de agosto de 1969 a Biblioteca Pública Municipal de Rio Negrinho denominada Dr. Helládio Olsen Veiga completa 43 anos em 2012.
Fundada em 18 de agosto de 1969 a Biblioteca Pública Municipal de Rio Negrinho denominada Dr. Helládio Olsen Veiga completa 43 anos em 2012.
A Biblioteca recebeu o nome Dr. Helládio Olsen Veiga em homenagem a este ilustre cidadão que residiu em Rio Negrinho entre 1956 e 1966, onde foi advogado, vereador (mandato 1963/1966), professor e sócio fundador da Fundação Hospitalar do Município. Foi ainda secretário municipal e trabalhou na fundação da Sociedade Educativa Rio Negrinho, mantenedora da Escola Técnica de Comércio Rio Negrinho.
Helládio Olsen Veiga é filho de José Maria Cardoso da Veiga e Erica Olsen Veiga, nascido em Blumenau em 17/05/1926. Foi casado com Yolanda Vieira Veiga, com quem teve 11 filhos: Raimundo José, Jane Maria, Maria Regina, Maria da Graça, Yolanda Maria, Helládio Filho, Sergio Vieira, Eduardo, Mara Maria, Rui Tadeu e Murilo.
Fez seus estudos no Colégio Catarinense em Florianópolis, na Escola Técnica de Comércio Santa Catarina em Florianópolis e o curso superior de direito na Universidade Federal de SC, onde se formou em outubro de 1955.
Recém formado fixou residência em Rio Negrinho em 04/04/1956, onde estabeleceu escritório de advocacia e ainda foi advogado da Móveis Cimo S/A. Em 10/11/1962 foi eleito vereador de Rio Negrinho, com 191 votos, pela legenda da União Democrática Nacional – UDN. Em 1965 concorreu a eleição para prefeito municipal na disputa com os candidatos Alvino Anton e Vagemiro Jablonski, no qual foi eleito este último.
Em 17/10/1966 foi nomeado, por concurso público, juiz de direito substituto, e em 23/08/1967, foi nomeado juiz de direito da Comarca de Pomerode, cargo que ocupou até o seu falecimento em 20/02/1968. Em função da sua nomeação como juiz de direito renunciou ao mandato de vereador em 04/11/1966. Homem religioso, era católico praticante, foi presidente da Congregação Mariana e quando a imagem de Nossa Senhora Aparecida esteve em Rio Negrinho em 1964, esta ficou sob a sua responsabilidade.
Quando da criação da Biblioteca pela Lei Municipal nº 217, de 18/08/1969, que é mantida e administrada pela Fundação Municipal de Cultura de Rio Negrinho, ela foi homenageada com o nome deste ilustre rionegrinhense por adoção.
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Momento de descerramento da foto do Dr. Helládio Olsen Veiga pela sua esposa Yolanda, na solenidade de inauguração da Biblioteca em 18/08/1969 (foto do acervo de Raimundo J. Veiga)
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Familiares de Helládio Olsen Veiga na solenidade de inauguração da Biblioteca Municipal em 18/08/1969, esposa Yolanda e filhos Mara e Raimundo (foto do acervo de Raimundo J. Veiga)
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Atualmente vários projetos são desenvolvidos pela biblioteca entre eles a Hora do conto, Gibiteca e biblioteca nos bairros, possuindo ainda uma unidade no Distrito da Vila de Volta Grande.
Biblioteca Publica
Localização: Rua Jorge Zipperer - Praça do Avião
Fone: (47) 3644-4090
Horário de Funcionamento e de atendimento
De segunda a quinta feira das 8 às 11.30 e das 13 às 17 horas
Na sexta até às 17 horas
Email: bibliotecarn@bol.com.br
(Fonte: dados com base no livro "A Trilha", 2007, Marcos Alberto Von Bathen, págs. 163 a 165; e, no site da Biblioteca Municipal).
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